SISTEMA DE CORTE E TRITURAÇÃO DA CAPOEIRA SEM QUEIMA COMO ALTERNATIVA DE USO DA TERRA, RUMO À SUSTENTABILIDADE FLORESTAL NO NORDESTE PARAENSE
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Como Citar

C. A., S., O. R., K., & D., N.- e-S. (2008). SISTEMA DE CORTE E TRITURAÇÃO DA CAPOEIRA SEM QUEIMA COMO ALTERNATIVA DE USO DA TERRA, RUMO À SUSTENTABILIDADE FLORESTAL NO NORDESTE PARAENSE. Revista De Gestão Social E Ambiental, 2(1), 41–53. https://doi.org/10.24857/rgsa.v2i1.60

Resumo

    A crise relacionada às mudanças climáticas e ao aquecimento global neste início de século é um problema que clama por ações capazes de responder às inquietudes da sociedade. Entre outras ações, o que tem sido reclamado está na forma de gestão e aproveitamento dos recursos naturais. A geração de tecnologia do corte e trituração da capoeira sem queima aponta os caminhos capazes de garantir a segurança das comunidades locais, impedindo a deterioração dos ecossistemas e a degradação humana. No caso da Amazônia, principalmente, configura-se numa das formas mais adequadas, por permitir a justaposição de tecnologias de ponta com os conhecimentos sobre a natureza disponíveis pelas comunidades locais, respondendo às necessidades locais de sobrevivência e melhoria da qualidade de vida, ao mesmo tempo em que incrementa o uso sustentado dos recursos naturais. Antes tratado sob a lógica da derruba-e-queima, o manejo da capoeira, hoje, tem a possibilidade de incorporar uma nova tecnologia capaz de triturar essas vegetações, fertilizar o solo com os resíduos orgânicos da vegetação, impedir a emissão de carbono e aumentar a produtividade da propriedade, técnica esta preconizada pelo Projeto Tipitamba. Os resultados atuais mostram que nesse sistema sem queima as vantagens evidenciadas dizem respeito a um melhor balanço de nutrientes, qualidade do solo, melhor conservação da água e regulação térmica do solo, intensificação do sistema de produção, mudança do calendário agrícola, redução na incidência de plantas espontâneas e à oferta de serviços ambientais, como, por exemplo, o seqüestro de carbono.



SISTEMA DE CORTE Y TRITURACIÓN DE LA MATA SIN QUEMA COMO ALTERNATIVA DE USO DE LA TIERRA, RUMBO À LA SUSTENTABILIDAD FORESTAL EN EL NORESTE PARAENSE.


Resumen

   La crisis relacionada con los cambios climáticos y el calentamiento global, en este inicio de siglo, es un problema que clama por acciones capaces de responder a las inquietudes de la sociedad. Entre otras acciones, lo que realmente constituye un reclamo es la forma de gestión y aprovechamiento de los recursos naturales. La generación de tecnología para el corte y trituración de mata sin quema señala los caminos que pueden garantizar la seguridad de las comunidades locales, impidiendo el deterioro de los ecosistemas y la degradación humana. En el caso de la Amazonia, principalmente, se presenta una de las formas más adecuadas, ya que permite la yuxtaposición de tecnologías de punta con los conocimientos sobre la naturaleza disponibles en las comunidades locales, respondiendo a las necesidades locales de supervivencia y a la mejora de la calidad de vida, al mismo tiempo que se incrementa el uso sostenido de los recursos naturales. Anteriormente tratado bajo la lógica de tirar abajo-y-quemar, el manejo de la mata en la actualidad tiene la posibilidad de incorporar una nueva tecnología capaz de triturar esas vegetaciones, fertilizar el suelo con los residuos orgánicos de la vegetación, impedir la emisión de carbono y aumentar la productividad de la propiedad, técnica preconizada por el Proyecto Tipitamba. Los resultados actuales muestran que en este sistema sin quema las ventajas que se evidencian están relacionadas con un mejor balance de nutrientes, con la calidad del suelo, con la mejor conservación del agua y la regulación térmica del suelo, con la intensificación del sistema de producción, con el cambio del calendario agrícola, con la reducción en la incidencia de plantas espontáneas y con la oferta de servicios ambientales, como por ejemplo, la captura de carbono.
https://doi.org/10.24857/rgsa.v2i1.60
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